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Depoimento: Ruy Ribeiro da Silveira

“Trabalhei na Amazonas Energia por quase 28 anos, em duas etapas: a primeira de 1980 a 1990; e a segunda de 1997 a 2014. Comecei na CEM (Companhia de Eletricidade de Manaus), logo depois foi incorporada pela Eletronorte, e que depois mudou para Manaus Energia, que incorporou a Ceam (Cia Energética do Amazonas, depois Amazonas Energia), e passou a se chamar Eletrobras Amazonas, onde encerrei a minha carreira profissional. Logo depois, já no cargo de assistente administrativo, passei a responder informalmente pela coordenação do setor de compras, e, posteriormente, fui nomeado gerente do setor, onde permaneci na função até junho de 1985”.

“No período de junho de 1986 a agosto de 1990, fui dirigente sindical, tendo exercido a presidência do Sindicato dos Urbanitários do Amazonas, período esse de muitas atividades e grandes embates em defesa dos trabalhadores. Foi um trabalho grandioso e memorável que repercute até hoje. A luta foi aguerrida e desafiadora, porém, respeitando a honra de todos, dos diretores aos mais humildes colegas, numa prova inconteste de que se pode defender os direitos de uma categoria sem ferir ninguém, e isso se faz com hombridade e consciência de que a cadeira do poder é efêmera e não garante sucesso eterno, por isso defendo o lema: ‘tratar bem quando estiver subindo para não se envergonhar na descida’ de autor desconhecido. Guardo na memória felizes lembranças dos colegas e amigos desse período, mas não continuei, porque defendo a ideia de que o cargo político deve ser transitório e não pode ser profissão, por isso só quis um mandato”.

“Logo depois que a Eletronorte incorporou a CEM, vieram a Manaus as equipes de recursos humanos, que promoveram várias reuniões de integração dos empregados à nova Empresa, usando o mote de que todos precisavam vestir a camisa da empresa. Aqui me ocorre a lembrança de uma história que parece piada, mas não é: determinado colega perguntou ao outro: quando será entregue a camisa da Eletronorte, porque todos falam para vestir a camisa, mas até agora não me deram a camisa, tu já recebeu a tua? O outro respondeu: não, não é camisa de verdade. É modo de falar! (risos)”.

“Aposentei-me pelo INSS por tempo de contribuição em 2009. Continuei trabalhando até 2014, quando saí no programa de desligamento. Na segunda etapa da minha carreira na Amazonas Energia exerci várias funções: coordenador da gestão de contratos e controle patrimonial dos serviços gerais; assistente da diretoria administrativa na Vila de Balbina; gerente do Departamento de Pessoal; assistente da diretoria de Gestão e gerente da Assessoria de Relações Sindicais das Distribuidoras Federais de Energia Elétrica do Norte e Nordeste, compreendendo Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima, Piauí e Alagoas”.

“Na qualidade de aposentado, embora com 71 anos de idade, não parei de trabalhar, vez que sou advogado e montei uma banca jurídica para aproveitar os meus conhecimentos na área. Também sou professor de oratória e tenho um curso funcionando regularmente nos finais de semana. Sou ainda escritor e palestrante nas horas vagas. Entre os novos desafios pretendo terminar o curso de doutorado. Na verdade, gosto de muitas atividades, como escrever, palestrar, ensinar, estudar, trabalhar e ler. Aproveito o meu tempo estudando, lendo, aprendendo e escrevendo livros ou preparando aulas e em alguns passeios quando tenho tempo”.

“Sou fundador da Previnorte, mas tive a filiação interrompida, por sete anos, quando fiquei fora do quadro, porém, quando voltei a trabalhar na empresa, ingressei no Plano B e considero o trabalho da Fundação necessário e útil para os trabalhadores, vez que se trata de investimento seguro e rentável para assegurar o futuro mais tranquilo ao trabalhador e sua família. Tenho certeza de que a previdência complementar se trata de um instituto que garante a continuidade do padrão de vida do trabalhador depois de aposentado, quando a renda dele cai vertiginosamente, cujo complemento é muitíssimo importante. Digo aos ex-colegas que ainda não aderiram à Previnorte, que não pensem nem mais uma vez para aderir, e o façam imediatamente, vez que eles não têm nada a perder, ao contrário, têm tudo a ganhar”.

“Na Previnorte você investe um real e a empresa complementa com mais um real, logo, é o único investimento no mundo onde você ganha um percentual de 100% de saída. E ainda tem a rentabilidade e correção monetária acima da do mercado de capitais, porque a Fundação cuida bem das nossas finanças. Mais vantagem: investir na Previnorte é garantir o nosso futuro e da família, fazendo uma reserva financeira para manter o padrão de vida quando passar à inatividade, sem preocupação alguma e sem medo de perder, porque a Fundação trabalha com seriedade. E se por ventura houver algum desencontro em sua vida, pode contar com os seus recursos aplicados na Previnorte, na certeza de que, no dia certo, a sua cota estará depositada religiosamente. Então é melhor aplicar na Fundação, que na sacolinha da igreja, mesmo que não te leve ao céu, na terra ficarás garantido enquanto estiver vivo. Amém!”.

“Caros leitores, não existe nada mais satisfatório que terminar o período de trabalho e viver com tranquilidade para realizar outros projetos de vida, ou mesmo profissionais, e viver despreocupado com o abastecimento da geladeira e da dispensa nesses tempos bicudos. Por isso desejo a todos que tenham muita saúde, paz e harmonia em seus lares e na vida e juízo certo para aderir à Previnorte. Renove a fé, alimente a esperança e tenha um futuro brilhante com as bênçãos da mãe natureza!”.

Ruy Ribeiro da Silveira participante assistido da Amazonas Energia


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