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Depoimento: Massashi Tegoshi

“Comecei a trabalhar na Eletronorte em julho de 1976, a convite do diretor Financeiro, Vilson Christofari. Inicialmente fui para o Departamento de Captação de Recursos e Orçamento, onde participei da elaboração do projeto para obtenção de financiamento do BNH-Prodepo, para a construção das casas da Vila Residencial de Tucuruí; do projeto de treinamento introdutório, a ser dado quando do ingresso de novos empregados; bem como dos estudos para conseguir recursos da Finame, voltados para financiamentos de máquinas e equipamentos. Em 1985, a Diretoria Executiva da Eletronorte cria um grupo de trabalho para estudar a implantação da previdência complementar na empresa. Tive a honra e o privilégio de participar desse grupo, que foi coordenado por Antônio Bellani, com o objetivo de elaborar os primeiros estudos estatísticos, atuariais e normativos necessários para a aprovação da entidade junto aos órgãos competentes. Em 1987, baseado nos novos estudos atuariais, o escritório de atuária Jesse Montello elaborou o estatuto e o plano de benefício que foram encaminhados aos órgãos competentes para a aprovação e autorização de funcionamento da Previnorte”.

“Em março de 1988, o Ministério de Previdência Social aprova o estatuto e o regulamento, e autoriza o seu funcionamento, sob a condição de conseguir a adesão de 50% mais um dos empregados da Eletronorte. A primeira Diretoria Executiva da Fundação foi composta por Antonio Bellani, presidente; Massashi Tegoshi, diretor Financeiro; e Carlos Walfrido, diretor de Benefícios. A partir de então, iniciou-se uma nova batalha, ou seja, divulgar a necessidade e a importância da Fundação e, assim, conquistar a adesão dos futuros participantes. Foi uma tarefa bastante árdua pelo desconhecimento que as pessoas tinham do papel de um fundo de pensão, e agravado pelo fato de que muitos colegas acreditavam que os benefícios que estavam sendo oferecidos já estariam contemplados na reforma da Constituição, em discussão naquela época. Com o apoio das assistentes sociais e após percorrer praticamente todas as unidades regionais da Eletronorte, ao final dos trabalhos, 91% dos 4.514 empregados aderiram à Fundação. Assim, finalmente, em julho de 1988 seria criada oficialmente a Previnorte”.

“Em abril de 1991, retornei à Eletronorte a convite do então diretor Financeiro, Adair da Silva Leite, para ser seu assistente. Nessa função, um fato que marcou profundamente a minha carreira profissional ocorreu durante um telefonema que recebi de Dona Marília Araujo, esposa   do dono da A. Araujo Construções e Montagens, uma das fornecedoras de serviços à Eletronorte. Nessa época, o setor elétrico como um todo passava por uma fase de alta inadimplência por parte dos grandes consumidores de energia e, em consequência, os pagamentos que a Eletronorte fazia aos seus fornecedores era de acordo com as receitas recebidas. Dona Marília tinha o hábito de ligar todos os dias para saber da possibilidade de algum recebimento. A resposta era sempre a mesma, ainda sem previsão. Um dia ela me confidenciou que a sua reza não estava surtindo efeito. Perguntei a ela para que santa ela estava rezando. Ela me disse o nome da santa, que não me recordo. Ao ouvir o nome da santa, disse: Dona Marília, a senhora precisa rezar é para a Santa Edwiges, que é a protetora das causas impossíveis”.

“Ela se mostrou surpresa, pois não conhecia essa santa. Na ligação do dia seguinte, a Dona Marilia informou-me que encontrara a imagem de Santa Edwiges e que a partir dessa data passaria a rezar para ela. Tempos mais tarde, surgiu a oportunidade de a Eletronorte pagar uma parte de sua dívida com essa empresa. Agradecida, a Dona Marília informou à secretária Beth que gostaria de conhecer a mim e o diretor. Numa viagem que ela fez a Brasília foi à Sede da Eletronorte para nos conhecer. Nesse dia, no entanto, eu o diretor Financeiro estávamos participando de uma reunião no Ministério de Minas e Energia, que se prolongou até após as 18:00 horas. Assim, quando retornamos à empresa, Dona Marilia já tinha se dirigido ao aeroporto, pois iria retornar a São Paulo naquela noite. Não tivemos o prazer de conhecê-la, mas ela pedira para a Beth entregar para cada um de nós uma imagem da Santa Edwiges, que até hoje eu mantenho no altar da minha casa”.

“Em 1995, retornei à Previnorte como Diretor Financeiro para, em conjunto com Izidoro Lechuga Martin, presidente, e Zenon Pereira Leitão, diretor de Benefícios, dar continuidade ao aperfeiçoamento da governança da Fundação. Em 2002, a Previnorte, após intenso trabalho desenvolvido pela diretoria e seus empregados, obteve a certificação ISO 9000. Em outubro de 2003, deixo a Previnorte e retorno à Eletronorte, novamente como assistente da Diretoria Financeira, onde permaneci até meados de 2005, quando, então, sou indicado para presidir a Previnorte.  Em abril de 2012, faço o caminho de volta à Eletronorte, agora como assistente da Presidência, onde tive a oportunidade de ser o coordenador do grupo de trabalho encarregado de desenvolver os trabalhos necessários para a incorporação da Estação Transmissão de Energia e da Rio Branco Transmissora de Energia.  Tendo aderido ao Plano de Incentivo ao Desligamento, em dezembro de 2013 encerrei minhas atividades na Eletronorte”.

“Eu e minha família somos imensamente gratos à Eletronorte, por termos tido a oportunidade de participar e contribuir para que ela se tornasse a grande empresa que é hoje. Também a nossa gratidão à Previnorte por termos podido participar e contribuir para a sua consolidação como entidade de previdência complementar desde a sua criação até o dia de hoje, dando a minha contribuição no Conselho Deliberativo, representando os aposentados. A Previnorte é hoje uma das fundações que se destaca dentre as demais, pois foi uma das primeiras entidades de previdência complementar a conseguir a certificação ISO 9001 e, agora recentemente,  recebeu o Selo de Autorregulação em Governança de Investimentos, fruto de um intenso trabalho desenvolvido pela  sua Diretoria Executiva, juntamente com a sua equipe de colaboradores, que não mediram esforços para mais essa conquista. Ele é sinônimo de tranquilidade para os participantes e patrocinadoras da Previnorte, pois indica que a Fundação adota procedimentos claros e transparentes na gestão de seus recursos, atendendo integralmente a legislação vigente”.

“Temos que buscar cada vez mais o aperfeiçoamento da governança da Previnorte e para tanto é necessário o apoio de todos os seus participantes,  a fim de que os desafios que se desenham no horizonte futuro, que não são pequenos,  possam ser superados com  a mesma energia que mantém a Previnorte como referência entre os seus pares  no cumprimento de sua nobre missão. Aos colegas que ainda não fazem parte da Previnorte, deixo a seguinte mensagem: nada acontece por acaso, nem de uma hora para outra; quanto mais cedo você começar a planejar, maiores serão suas chances de sucesso”.

“Já faz cinco anos que estou aposentado. O tempo é inexorável, passa igualmente para cada um de nós. A diferença está no fato de como aproveitamos esse tempo. Por isso planejar é preciso. Atualmente, a maioria das pessoas chegam à idade de se aposentar em excelente forma física e intelectual e, por essa razão, é importante que a pessoa comece a pensar no assunto com alguns anos de antecedência para que, na aposentadoria, que traz mudanças profundas, possa manter a mente ocupada, a saúde em bom estado e possa ter uma razoável tranquilidade financeira. Com a graça de Deus eu e minha esposa temos uma boa saúde que nos permite dedicar parte do nosso tempo para conviver com o Gabriel (14 anos), a Giovanna (6 anos) e o Enzo (4 anos).  Diariamente, de manhã, acompanho-os até às suas escolas. Aproveito essa oportunidade para interagir com eles. A minha esposa tem como missão todos os dias, de manhã cedinho, preparar o lanchinho que a Giovanna e o Enzo levam para a escola. Cumprida essa missão, frequento uma academia onde pratico alongamento, musculação e esteira. Isso de segunda a sexta. Após a academia, trabalho no escritório que montei em casa, de onde acompanho o mercado de ações e os noticiários relativos à economia e política. Impreterivelmente, nas quartas-feiras, participo de um almoço com alguns colegas que também se aposentaram, oportunidade em que ‘jogamos conversa fora’ e é proibido falar em serviço”.

 

Massashi Tegoshi participante assistido da Eletronorte.


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